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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Psychoville


O DVD da 1.ª Série completa já faz parte da minha videoteca. Adquiri-o no inevitável play.com numa edição de 2 discos e legendas em inglês, por 16.99€.

Conto ter uma crítica (favorável, espera-se) em breve.

sábado, 25 de julho de 2009

Psychoville - qualquer semelhança com Royston Vasey não é coincidência...


Psychoville é uma das mais recentes séries da BBC e, ao que parece, uma das mais promissores. Escrita por Reece Shearsmith e Steve Pemberton, argumentistas e actores da extraordinária Liga de Cavalheiros Extraordinários, a série é, notoriamente, herdeira da Liga. Trata-se de uma comédia negra, cheia de horrores e mistério onde desfilam, uma vez mais, uma série de personagens assustadoramente deliciosas, interpretadas pelos próprios Shearsmith e Pemberton e também por Dawn French (A Vigária de Dibley) e Jason Tompkins.

Ora reparem bem nestes local people:
- Joy Aston (Dawn French): parteira, vive em Bristol com o seu infeliz marido, George, e o querido “filho”, que é na verdade, um boneco de plástico que usa nas suas aulas;

- Oscar Lomax (Steve Pemberton): coleccionador cego que vive sozinho numa casa enorme e vazia. É visitado por Michael que lê para ele e é possuidor de uma estranha colecção;

- Mr. Jelly (Reece Shearsmith): um palhaço perturbado que viu a sua carreira decair depois de perder a sua mão (substituída por um gancho);


- Robert Greenspan (Jason Tompkins): anão que representa o papel de Biggins Panto, na produção Branca de Neve e os Sete Anões, e está apaixonado pela actriz que faz de Branca de Neve;

- David Sowerbutts (Steve Pemberton): desempregado, criança grande que vive com a mãe
e que tem um conhecimento enciclopédico relativamente a serial killers;

- Maureen Sowerbutts (Reece Shearsmith): é uma simples dona de casa que vive com o seu filho já adulto, mas um bocado apalermado, e que se interessa por serial killers para fazer a vontade ao filho.

Os episódios estão disponíveis no site da BBC.
E é esperar que saia em DVD e, se não for pedir muito, com legendas em português...

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Fonte da Juventude

Esta semana, num acto selvagem de revivalismo e de puro egoísmo, adquiri, através do fabuloso play.com, dois deliciosos tesouros do século passado.

Primeiro consegui, para a PSP, a versão "recauchutada" (embora seja possível jogar todos os cenários originais) do fantástico Lemmings. Quem o conhece sabe, perfeitamente, quão viciante este jogo se pode tornar; os que o desconhecem, dificilmente seriam convencidos pelo que pudesse escrever aqui, já que a adição resulta, nitidamente, de uma memória de infância (ou talvez não...) - digamos, simplesmente, que é do tipo "quebra-cabeças em plataformas". Ai, que saudades tenho do Commodore!

Depois, tive a felicidade de descobrir, numa edição de 2 DVD, a série de animação completa The Mighty Thor, dos anos 60/70 (não me recordo exactamente da década e sou preguiçoso demais para pesquisar). Se tiverem presente a série Captain America, da mesma época e do mesmo tipo, percebem que uso o termo "animação" livremente, uma vez que cada episódio era mais uma sucessão de pin-ups do que, propriamente, desenhos animados. No entanto, foi essa sua característica extremamente vanguardista, que me permitiu retê-la para sempre na memória, mesmo sendo, na altura, muito jovem.

Posso garantir-vos que, nostalgias à parte, nesta semana rejuvenesci mais de 20 anos...

sábado, 22 de março de 2008

Scrubs + Muse = ??

Há alguns dias deambulava pelo Youtube e encontrei o seguinte: um conjunto de alguns dos momentos mais tresloucados da série Scrubs, tendo como música de fundo o "Starlight" dos Muse. Pode parecer parvo, mas, para alguém como eu, é algo para encher os olhos e os ouvidos. Primeiro, porque sou fã dos Muse. Depois, porque sou ainda mais fã dos Scrubs. Venero verdadeiramente esta série e tudo o que a ela está relacionado. Para mim é, sem dúvida, a melhor sitcom americana depois de Seinfeld (obviamente!). Passou há algum tempo na Sic Radical com o nome Médicos e Estagiários (não sei se passa ainda...) e foi daqueles casos de admiração à primeira. Os actores são muito bons e a série é excelente: divertida, parva, nonsense e mesmo tendo sempre uma espécie de lição no final de cada episódio, nunca cai no caminho fácil da lamechice.

Esta pequena montagem que alguém se lembrou de fazer e publicar (obrigadinha!), mostra bem com o que se pode contar. Quem já conhece a série, sabe do que estou a falar. Já quem não conhece... Bom, a esses só posso dizer: flagelai-vos, ó infiéis!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Novas séries


Começou a dar na Fox Life, na semana passada, a série Pushing Daisies. A 1.ª vez que li algo sobre ela, foi no blog de Nuno Markl (havidaemmarkl.blogs.sapo.pt), que a recomendava vivamente. Falava das várias influências que eram perceptíveis na série: desde O Fabuloso Destino de Amèlie, até Tim Burton.
Fiquei com curiosidade na altura, mas nunca cheguei a ver nenhum episódio. E é bem verdade que tudo isto se encontra lá! E gosto bastante da narração - faz lembrar o tipo de narração do The Hitchhiker's Guide to the Galaxy (À Boleia pela Galáxia).
Em português, deram-lhe o nome de Bem-me-quer, malmequer. Não sei muito sobre os horários, mas repete várias vezes durante a semana...


Também na Fox Life, começou uma outra chamada Lovespring International (Amor à Medida). Passou originalmente nos Estados Unidos, no canal Lifetime, em Junho de 2006, mas acabou por ser cancelada em Dezembro do mesmo ano. A série retrata o dia-a-dia de agência de encontros de Beverly Hills. Pertence à categoria de "improvisational comedy" e, por isso mesmo, o tom da série faz lembrar The Office e Curb Your Enthusiasm. É muito boa! É daquelas que nos deixa envergonhados pelas personagens... A série conta com as participações de Jane Lynch (40-Year-Old Virgin), Jennifer Elise Cox (Fear and Loathing in Las Vegas) e Sam Pancake (Arrested Development e Curb Your Enthusiasm).